Cachinhos

Ziggy Cachinhos

Minha preferida do segundo ensaio com Renato Ziggy.

 

 

Vote e concorra a um ensaio!

Veja como participar:

1 – Escolha UMA entre as imagens abaixo. Elas estão numeradas.
2 – Vote AQUI.
3 – Curta a página Helen Luna Fotografia.
4 – Compartilhe este post com a imagem e descrição publicamente.

vote 1

Vote 1

 

Vote 2

Vote 2

 

Vote 3

Vote 3

 

Vote 4

Vote 4

 

Vote 5

Vote 5

 

Vote 6

Vote 6

Regras gerais:

– Somente quem votar concorre.
– Necessário compartilhar o post publicamente. Se for compartilhado de outra maneira o usuário será desclassificado.
– Também é necessário curtir a página para concorrer.
– No dia 29/03, uma pessoa aleatória dentre os elegíveis será selecionada para o prêmio através de sorteador online.

Sobre o prêmio:

O ensaio consistirá de: book externo de 20 a 30 fotos editadas em alta resolução, entregue em DVD pessoalmente em Belo Horizonte/RMBH, ou por correios, podendo ser nas categorias: infantil, amigos (até 4 pessoas), casal, sensual, nu, grávida, pet, estilo alternativo. Maquiagem e figurino não estão inclusos. A data deverá ser agendada com no mínimo 2 semanas de antecedência e dependerá inteiramente da agenda do fotógrafo. O ensaio deverá ser realizado até 27/11/2015 (o ganhador perde o direito ao prêmio caso não marque em tempo hábil). O prazo para a entrega das fotos após o ensaio é de 30 dias corridos. Todos direitos autorais permanecerão reservados à Helen Luna Fotografia.

Fim de semana passado minha EOS3 ganhou sua primeira cicatriz de batalha, caindo com vontade numa pedra de cachoeira na Serra do Cipó. Se as fotos sobreviveram eu não sei – ainda tenho 15 poses no filme e não estou pra desperdiçar um artigo tão caro pela minha ansiedade.

Foi assim que comecei o texto de um rascunho que pretendia publicar sobre meu (oficialmente) primeiro ensaio de nus, realizado em Janeiro. O carnaval passou e eu finalmente revelei as fotos, então publicarei o restante do post:

Fomos eu, minha amiga e modelo preferida Gabbytz, minha filha e meu amigo Ely nos aventurar numa trilha em busca de uma cachoeira menos populada na serra. E não é que encontramos? Subindo uma longa e íngreme trilha, passando por pedras, areia, mato e pedregulhos, alcançamos uma piscina de águas límpidas e sardinhas selvagens, com uma pequena cachoeira. Ficamos ali por um tempo, mas uma vez cansados de ser mordiscados pelos peixes, procuramos nos aventurar na trilha e, não muito longe, encontramos um pequeno paraíso. Uma piscina ainda mais límpida ainda e sem peixes!
Mas esse não é um site de eco aventuras nem eu sou fotógrafa de paisagens. Tanto que não tirei uma foto sequer da cachoeira, da trilha, etc. Eu fui pra lá relaxar, e me aventurar… só que eu e Gabbytz há anos estamos no ‘bora marcar’ de uma sessão de nus. Achamos, por fim, a oportunidade certa e o momento mais gostoso e espontâneo pra fazer isso.

E assim nasceram as fotos que seguem, que estou publicando com exclusividade no site :) (Algumas outras publiquei no Flickr)


Detalhes técnicos:
– Câmera: Canon EOS3
– Lente: Sigma 50mm 1.4 EX DG HSM
– Polarizador: Greika
– FIlme: Agfa Vista 200

Nadama Jade @ Praça 7, Belo Horizonte/MG

Nadama e Transeuntes

Anos e anos fotografando e essa é minha primeira tentativa de exposição múltipla :o

The metallic reflections

Light here was dimmed to a minimum and I had to crank the ISO up, but the reflections on metal were just too perfect to be missed.

the metallic reflections - by Helen Luna

A arte é a protagonista de si própria, não eu.

“Works of art make rules; rules do not make works of art.
– Claude Debussy

Vivemos num mundo aonde é quase impossível ser artista. Quando todo mundo ao seu redor tem as mesmas ferramentas que você e pode – e vai – fazer arte, o que vai legitimar o seu trabalho e não o do seu vizinho? Quando a arte é a forma mais elevada de individualismo e parte do princípio de que não há regras, o que faz com que algumas artes sejam ignoradas hoje, elevadas daqui 50 anos, e outras elevadas hoje, e envergonhadas no futuro? Eu diria que o verdadeiro teste do artista é: o tempo. Só ele pode com clareza separar o original da cópia, demonstrar quem de fato fez arte – leia-se: inovou, criou uma nova escola, abriu a mente das pessoas, contribuiu para o mundo, falou aos corações – de quem apenas criativamente imitou tudo aquilo que já foi feito.

“Nada se cria; tudo se copia” não é verdade. Há cópias, enlatados facilmente digeríveis e altamente rentáveis, sim. Mas todo artista verdadeiro está buscando ser a exceção.

O maior desafio de um mundo aonde todos produzem a mesma arte que você – e muito rapidamente – é ser altamente seletivo e exigente com seu trabalho. Nadar contra a corrente. Na fotografia, vão dizer que você é lento; reclamar que você entregou 15 fotos e não 200; não vão enxergar que aquela 1 foto que você botou no seu portfólio tem mais significado que as 50 que saíram nas revistas e jornais; você vai ficar com fama de quem deveria ter sido escritor e não fotógrafo. Agora, confie em mim: se você se dedicar a NUNCA publicar trabalhos medíocres, um dia estará à parte dos demais.

“Your first 10,000 photographs are your worst.”
― Henri Cartier-Bresson

É acreditando nisso que decidi limitar a publicação dos meus trabalhos. Pois se o tempo decidir me agraciar com o status de “artista” (título esse que não pode ser autointitulado), quero que apenas aquilo que de fato foi relevante seja visto e reproduzido através de gerações. Obviamente, o que já foi publicado vai ficar aonde está :P

Ocupação Guarani-Kaiowa

Ocupação Guarani-Kaiowa

Ocupação Guarani-Kaiowa: evento em 24-05-2014

Não consigo sair desse site

Muito conhecido, o site Humans of New York é meu mais recente vício. Vendido pelo seu criador como um “censo fotógráfico de Nova Iorque”, o site apresenta quase diariamente imagens de anônimos nas ruas da cidade que nunca dorme, acompanhadas de uma espécie de mini-entrevista com os fotografados.

sample HONY

“I think society’s emphasis on family forces us into relationships that are otherwise unhealthy. Sure, a long time ago, when people lived miles from civilization, family was all you had. There was a very practical purpose to sticking together. But now I have six million people in my backyard. Why should I be wasting time with someone I don’t like just because they have the same last name as me?” – source: Humans of New York

O autor Brandon Stanton admite que não é o melhor fotógrafo que há (tecnicamente falando), e talvez não saiba fazer todas as suas imagens falarem por si próprias, mas com certeza é um entrevistador hábil. O que me encanta é ver como numa multidão até as pessoas dadas por mais comuns tem a sua beleza ou tristeza única e às vezes os diferentes são os que tem problemas mais normais. Ter a capacidade de amostrar a enorme diversidade humana jornalisticamente é admirável, para mim um trabalho invejável, por isso não deixem de conferir!

 

Colorização digital de fotos

Sou apaixonada por fotos em preto e branco. Como a maioria dos seres humanos adoro cores e, ao ver uma imagem, minha atenção é automaticamente desviada para a cor. Por isso mesmo gosto de descansar o olhar no preto e branco: ver além da cor é algo que nós, que nascemos e vivemos num mundo colorido, temos que aprender com a prática.

Mas o fato é que as pessoas não estão interessadas. Num mundo de imagens fáceis e rápidas, poucos se importam com a maneira com que olham. E disso, surge uma certa aversão a fotos históricas, e aqueles que poderiam ser tão enriquecidos por essas imagens as deixam de lado porque são aparentemente “sem graça”.

Japanese Archers BW2Colorized
Ainda bem que a colorização de fotos vem se popularizando, possibilitando que tanto artistas quanto amadores obtenham resultados cada vez mais realistas e precisos. Não que eu prefira as fotos digitalmente alteradas, mas vejo nelas uma oportunidade para aqueles que se sentiam entendiados por fotos preto e branco olharem com outros olhos para momentos de nossa história que nunca deveriam ter ignorado.

Nessa onda, recentemente, o site demilked postou duas séries de fotos históricas colorizadas, as quais me sinto na obrigação de repostar:

Link 1
Link 2

Ah, fantásticos resultados não acham?… Um dia eu aprendo a colorizar!