Bonzinho só se…

Recebi a mensagem de Facebook mais ofensiva que poderia receber em 2011 bem hoje e preciso falar. Não para mandar uma indireta pra alguém que provavelmente não sabe como funciona (e não tem culpa da minha revolta) mas só para fazer umas resoluções novas, ruminá-las e regurgitá-las aqui.

Percebi que as pessoas não entendem que minha fotografia não é um produto, e não sabem o quanto estou disposta a lutar por integridade. Tenho asco quando alteram meus trabalhos. E por isso chegou a hora de usar marcas d’água menos discretas, de botar uma licença creative-commons pra deixar claro que sou autora, de pedir assinatura no papel pra qualquer um que me pedir “uma fotinha só”. Só o leia-me em anexo não serve mais. Não é questão de dinheiro, mas sim de ter o modo como me expresso através das lentes preservado intacto. Chega de ser tão boazinha.

Meu nome e minha visão artística são tudo que tenho. Não ganho pão (leiam: lucro) com isso, e talvez nunca ganhe, mas do RESPEITO eu não abro mão!